quinta-feira, 26 de abril de 2012

Arregaçar as mangas!

Caros amigos, aquando o último congresso do PSD, os representantes da Secção de Sesimbra, dos quais eu me incluo, transmitiram aos dirigentes do partido as dificuldades que o distrito de Setúbal está neste momento a atravessar e consequentemente o concelho de Sesimbra. A peninsula de Setúbal, que eu considero que tem todas as condições para ser a “pérola do atlântico”, está neste momento a pagar um preço demasiado elevado pelos erros cometidos pelos partidos socialista e comunista. Partidos que apostaram numa navegação à vista, quer a nível nacional quer a nível local, conduzindo-nos a um naufrágico, tal como o naufrágio do Titanic. E pensar que os portugueses foram em tempos uns eximíos navegadores!

Acordando dos sonhos cor de rosa e já que temos os bolsos vazios para irmos até Paris comer um croissant como um “distinto” senhor de nome Sócrates, apenas nos resta uma opção: arregaçar as mangas! E o que significa arregaçar as mangas? Significa olharmos à nossa volta e ver o que podemos fazer pelo nosso país, distrito e concelho.  E foi com este espirito que os representantes de Sesimbra no congresso apresentaram, em nome do distrito, possiveis soluções de dinamização da economia local, das quais destaco a referência à base aérea do Montijo para instalação do Aeroporto Complementar de Lisboa. Se estão recordados, no final do passado ano, o Governo tomou a decisão de nomear um grupo de trabalho para estudar as formas de maximização da capacidade atual do aeroporto da Portela e, ao mesmo tempo estudar a possibilidade de reconverter, para complementar do aeroporto da Portela, uma das bases aéreas militares da região de Lisboa, nomeadamente: BA6 Montijo; BA1 Sintra; Depósito Geral de Material da Força Aérea de Alverca, admitindo ainda as eventuais hipóteses da BA5 de Monte Real e, do aeroporto de Beja.  Perante uma análise cuidada de alguns especialistas que conhecem bem a base aérea do Montijo, permitiu-nos concluir que a base aérea do Montijo possui o Aeroporto Complementar que permite a maior expansão, e com o menor custo, fator fundamental para a viabilidade económica, na prática de baixas taxas aeroportuárias “exigidas” pelos operadores low Cost. Estando conscientes que o desempenho turístico de Portugal tem sido condicionado por lacunas nas acessibilidades aéreas,então porque não usar o que já está feito? Ainda por cima no nosso distrito. Arregacemos as mangas!

Argentina Marques in Nova Morada